segunda-feira, 4 de abril de 2011

Carta de um suicida

Junto ao corpo de um suicida, a Polícia encontrou a seguinte carta:
“Senhor Delegado, não culpe a ninguém pela minha morte. Deixo esta vida hoje, porque um dia a mais eu acabaria louco. Explico-lhe Senhor Delegado:

Tive a desgraça de casar-me com uma viúva a qual tinha uma filha (se soubesse não teria me casado).

Meu pai, para maior desgraça, era viúvo, enamorou-se e casou com a filha da minha mulher. Resultou daí que minha mulher se tornou sogra de seu sogro, minha enteada ficou sendo minha mãe, meu pai era ao mesmo tempo o meu genro.

E por algum tempo minha filha trouxe ao mundo um menino, que veio a ser meu irmão.

Com o decorrer do tempo minha mulher também deu a luz a um menino que, como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio do meu filho, passando minha mulher a ser nora da sua própria filha.

Eu, Senhor Delegado, fiquei sendo pai da minha mãe, tornando-me irmão do meu pai.

Minha mulher ficou sendo minha avó, já que é mãe da minha mãe e assim, acabei por ser avô de mim mesmo”.
O Delegado acabou de ler e se matou também!


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